Chegando lá em Olinda.
Bem no meio da ladeira.
Há uma antiga bodega ainda.
Onde tudo é de primeira.
Ao chegar neste lugar.
É obrigatória sua parada.
Para comer ou conversar.
Ou para tomar uma gelada.
Tudo é simples nesta bodega.
Sem frescura ou sofisticação.
O petisco você mesmo pega.
E anota tudo no balcão.
O espaço é pequeno.
Poucas mesas e sem garçom.
Mas o clima é ameno.
E o ambiente é muito bom.
A maioria dos clientes.
Fica na frente, tudo em pé.
Mesmo assim todos contentes.
Tanto homem, quanto mulher.
Com os amigos numa sexta-feira.
Bodega do Véio é alto astral.
Todos juntos numa ladeira.
Até lembrando o carnaval.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
sábado, 16 de novembro de 2013
Colcha de retalhos
Parecia que não ia acontecer com a gente.
Mas eu sei que alguma coisa aconteceu.
Tá tudo assim, tão diferente.
Será só imaginação?
Será que nada vai acontecer?
Como será o amanhã?
Responda quem puder.
Se amanhã não for nada disso.
Caberá só a mim esquecer.
Somos quem podemos ser.
Sonhos que podemos ter.
Pode até parecer fraqueza.
Pois que seja fraqueza então.
Cada um sabe a alegria.
E a dor que traz no coração.
Mas se você achar que eu tô derrotado.
Saiba que ainda estão rolando os dados.
Basta ser sincero e desejar profundo.
Você será capaz de sacudir o mundo.
É preciso saber viver.
Meu caminho é cada manhã.
É preciso amar as pessoas.
Como se não houvesse amanhã.
Nós somos feitos um pro outro, podes crê.
Por isso é que eu estou aqui.
E nossa história não estará pelo avesso assim.
Sem final feliz.
Se o bem e o mal existem.
Você pode escolher.
E não diga que a vitória está perdida.
Se é de batalhas que se vive a vida.
Enquanto todo mundo espera a cura do mal.
Cuide bem do seu amor, seja quem for.
Mas é claro que o sol vai voltar amanhã.
Tomara, Meu Deus, tomara!
Saber amar é saber deixar alguém te amar.
Te amo pra sempre. Te amo demais.
Mas eu sei que alguma coisa aconteceu.
Tá tudo assim, tão diferente.
Será só imaginação?
Será que nada vai acontecer?
Como será o amanhã?
Responda quem puder.
Se amanhã não for nada disso.
Caberá só a mim esquecer.
Somos quem podemos ser.
Sonhos que podemos ter.
Pode até parecer fraqueza.
Pois que seja fraqueza então.
Cada um sabe a alegria.
E a dor que traz no coração.
Mas se você achar que eu tô derrotado.
Saiba que ainda estão rolando os dados.
Basta ser sincero e desejar profundo.
Você será capaz de sacudir o mundo.
É preciso saber viver.
Meu caminho é cada manhã.
É preciso amar as pessoas.
Como se não houvesse amanhã.
Nós somos feitos um pro outro, podes crê.
Por isso é que eu estou aqui.
E nossa história não estará pelo avesso assim.
Sem final feliz.
Se o bem e o mal existem.
Você pode escolher.
E não diga que a vitória está perdida.
Se é de batalhas que se vive a vida.
Enquanto todo mundo espera a cura do mal.
Cuide bem do seu amor, seja quem for.
Mas é claro que o sol vai voltar amanhã.
Tomara, Meu Deus, tomara!
Saber amar é saber deixar alguém te amar.
Te amo pra sempre. Te amo demais.
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terça-feira, 15 de outubro de 2013
O professor
Todos nós tivemos professores.
Alguns de nós até nos tornamos professores.
Alguns se tornaram nossos amigos.
Outros nossos maiores "pavores".
Passamos por professores dedicados,
E também por professores relaxados.
A verdade é que.
Se eles muito nos cobraram.
Nos aprovaram.
E nos reprovaram.
Foi porque algo nos ensinaram.
Com eles, muita coisa aprendemos.
Até naqueles dias em que nem merecemos.
Neste dia 15 de outubro.
Parabéns a este incompreendido.
Pouco reconhecido.
Sofredor.
E batalhador.
Mas importante profissional.
O professor.
terça-feira, 8 de outubro de 2013
A pelada deste sábado
Na manhã deste último sábado.
Uma galera se reencontrou.
Jogaram um futebolzinho irado.
Foi o Nunes que organizou.
Era uma turma da pesada.
Que não se via há muito tempo.
O encontro para essa pelada.
Foi na quadra do São Bento.
O Vieira jogou na linha.
E fez até grandes jogadas.
Quando o fôlego já não tinha.
Foi pro gol tomar boladas.
O Brayner também veio.
E não perdia uma jogada.
Ele não poderia fazer feio.
Com a esposa na arquibancada.
Pro Arruda e pro Aragão.
O tempo parecia não ter passado.
Eles corriam feito avião.
Enquanto o fôlego não tinha abacado.
O Cerqueira chegou atrasado.
Mas sua estratégia foi bem pensada.
Ele entrou em quadra descansado.
E pegou a galera já acabada.
Eu joguei só tocando bola.
O importante não era ganhar.
Só rever a turma da escola.
E com eles confraternizar.
Foi um encontro arretado.
E lá no Tonny terminou.
Para relembrar nosso passado.
E o tempo que passou.
Uma galera se reencontrou.
Jogaram um futebolzinho irado.
Foi o Nunes que organizou.
Era uma turma da pesada.
Que não se via há muito tempo.
O encontro para essa pelada.
Foi na quadra do São Bento.
O Vieira jogou na linha.
E fez até grandes jogadas.
Quando o fôlego já não tinha.
Foi pro gol tomar boladas.
O Brayner também veio.
E não perdia uma jogada.
Ele não poderia fazer feio.
Com a esposa na arquibancada.
Pro Arruda e pro Aragão.
O tempo parecia não ter passado.
Eles corriam feito avião.
Enquanto o fôlego não tinha abacado.
O Cerqueira chegou atrasado.
Mas sua estratégia foi bem pensada.
Ele entrou em quadra descansado.
E pegou a galera já acabada.
Eu joguei só tocando bola.
O importante não era ganhar.
Só rever a turma da escola.
E com eles confraternizar.
Foi um encontro arretado.
E lá no Tonny terminou.
Para relembrar nosso passado.
E o tempo que passou.
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Vida indomável
Desde cedo sonhamos com aquilo que seremos.
Sonhamos com a vida que um dia teremos.
Sonhamos com o futuro que tanto queremos.
Mas chega o momento em que percebemos.
Que diante da vida, somos tão tão pequenos.
Sonhei que o futuro, eu mesmo faria.
Achava que a vida, do meu jeito seria.
Que o destino era apenas aquilo que queria.
E que nada, nada mesmo impediria.
De alcançar os sonhos desejados um dia.
Mas a vida é um jogo de ganhar ou perder.
É ela que decide aquilo que vamos ser.
É ela que decide que futuro vamos ter.
Nós somos pequenos, diante de seu querer.
A vida mostra, soberana, que é dela o poder.
Planeje sua rota e siga o seu caminhar.
Tente escrever o futuro, sem nunca desanimar.
Mesmo que a vida insista, por vezes, te desafiar.
Faça tudo direitinho e algo bom vai conquistar.
A vida maltrata, mas para todos há um bom lugar.
Mesmo que a vida com os sonhos não pareça.
Mesmo achando que algo mais se mereça.
Nunca deixemos que o ânimo padeça.
E, fundamentalmente, nunca se esqueça.
Que jamais devemos baixar a cabeça.
Sonhamos com a vida que um dia teremos.
Sonhamos com o futuro que tanto queremos.
Mas chega o momento em que percebemos.
Que diante da vida, somos tão tão pequenos.
Sonhei que o futuro, eu mesmo faria.
Achava que a vida, do meu jeito seria.
Que o destino era apenas aquilo que queria.
E que nada, nada mesmo impediria.
De alcançar os sonhos desejados um dia.
Mas a vida é um jogo de ganhar ou perder.
É ela que decide aquilo que vamos ser.
É ela que decide que futuro vamos ter.
Nós somos pequenos, diante de seu querer.
A vida mostra, soberana, que é dela o poder.
Planeje sua rota e siga o seu caminhar.
Tente escrever o futuro, sem nunca desanimar.
Mesmo que a vida insista, por vezes, te desafiar.
Faça tudo direitinho e algo bom vai conquistar.
A vida maltrata, mas para todos há um bom lugar.
Mesmo que a vida com os sonhos não pareça.
Mesmo achando que algo mais se mereça.
Nunca deixemos que o ânimo padeça.
E, fundamentalmente, nunca se esqueça.
Que jamais devemos baixar a cabeça.
domingo, 30 de junho de 2013
Apelidos da minha turma
No meu tempo de São Bento.
Conheci muita gente animada.
Quando lembro daquele tempo.
Ainda dou boas gargalhadas.
Bons amigos e bons momentos.
E muita história a ser lembrada.
Naquele tempo de estudante.
Todos eram bem unidos.
Tinham aqueles mais distantes.
Mas todos eram muito amigos.
Agora uma coisa interessante.
É relembrar pelos apelidos.
Começo falando por mim agora.
Veja só o que vou dizer.
No colégio, eu jogava bola.
E, em casa, fazia o dever.
De tanto estudar e passar cola.
Fiquei conhecido como "CD".
Tinha um cara muito altivo.
Veja agora quem eu escolho.
Ele era um cara emotivo.
Que tinha um desvio no olho.
E por causa deste motivo.
Ficou conhecido como "Caolho".
Havia um galego diferente.
Com ele não tem quem se pareça.
Com seu papo inteligente.
Não há hoje quem o esqueça.
Esse cara boa gente.
Era conhecido como "Cabeça".
Um gordinho de pele branca.
Que não gostava de andar a pé.
Gostava de moto desde criança.
Tanto quanto de "mulé".
Por uns chamado de "Carranca".
E por outros de "Dedé".
Tinha um moreno engraçadinho.
Que não gostava de pipoca.
Gostava mesmo de churrasquinho.
E bebia de tudo, menos Coca.
Uns o chamavam de "Ceguinho".
Enquanto outros só de "Foca".
Outra pessoa bem atuante.
Não tinha medo de dar opinião.
Foi logo o nosso representante.
Por sua personalidade e atuação.
Seu apelido não foi marcante.
Só, para poucos, era "Capachão".
Outro cara muito fera.
Gostava de festa pra dedéo.
Ser o amigo da galera.
Parecia até o seu papel.
Tão divertido que ele era.
Esse cara era o "Déo".
Um cara legal a toda hora.
E que nunca entrava em briga.
Era um peladeiro bom de bola.
Mesmo com uma pança já antiga.
E por causa disso lá na escola.
Era chamado de "Barriga".
Tinha uma cara bem calado.
Que estava sempre na sua.
Nas provas ele olhava pro lado.
E tirava a nota maior que a tua.
Esse cara determinado.
Era chamado de "Da Lua".
Um roqueiro arretado.
E por todos muito querido.
Como tinha um nome complicado.
Só lembravam seu nome reduzido.
Assim terminou sendo apelidado.
Somente mesmo de "Flavito".
Para falar desse cara agora.
Não precisa muito estudo.
Com ele ríamos a toda hora.
Pois fazia graça mesmo com tudo.
Tanto no colégio como fora.
Seu apelido era "Bicudo".
Um cara de coração aberto.
Só não pensava em matrimônio.
Divertido e sempre liberto.
A alegria era seu maior patrimônio.
Para alguns era chamado de "Beto".
E para os íntimos era "Apolônio".
Para finalizar esses apelidos.
Vou falar de um bem normal.
Às vezes um jeito introvertido.
Mas muitas vezes cara de pau.
Também era um cara divertido.
Estou falando de "Cacau".
Das meninas, cito só o nome de umas.
Pois apelidá-las era fuleragem.
Não cito todas, apenas algumas.
Mas para todas é a homenagem.
Tinha Ana Carla, Carol e Viviane.
Mais Luzicléia, Tatiane e Jeane.
Também Renata Lima, Carine e Diana.
Com Renata Vieira, Aline e Flaviana.
Tinha Marta, Priscila e Juliana.
Mais Eunaítala, Janaína e Tatiana.
Também Milena, Lara e Mirela.
Com Danielle, Cláudia e Daniela.
Os outros amigos que eu não citei.
Não foi por tê-los desmerecido.
Deles eu só nada comentei.
Porque não tinham apelido.
Mas dos que tinham e não lembrei.
Perdoai-me, sou meio esquecido.
Conheci muita gente animada.
Quando lembro daquele tempo.
Ainda dou boas gargalhadas.
Bons amigos e bons momentos.
E muita história a ser lembrada.
Naquele tempo de estudante.
Todos eram bem unidos.
Tinham aqueles mais distantes.
Mas todos eram muito amigos.
Agora uma coisa interessante.
É relembrar pelos apelidos.
Começo falando por mim agora.
Veja só o que vou dizer.
No colégio, eu jogava bola.
E, em casa, fazia o dever.
De tanto estudar e passar cola.
Fiquei conhecido como "CD".
Tinha um cara muito altivo.
Veja agora quem eu escolho.
Ele era um cara emotivo.
Que tinha um desvio no olho.
E por causa deste motivo.
Ficou conhecido como "Caolho".
Havia um galego diferente.
Com ele não tem quem se pareça.
Com seu papo inteligente.
Não há hoje quem o esqueça.
Esse cara boa gente.
Era conhecido como "Cabeça".
Um gordinho de pele branca.
Que não gostava de andar a pé.
Gostava de moto desde criança.
Tanto quanto de "mulé".
Por uns chamado de "Carranca".
E por outros de "Dedé".
Tinha um moreno engraçadinho.
Que não gostava de pipoca.
Gostava mesmo de churrasquinho.
E bebia de tudo, menos Coca.
Uns o chamavam de "Ceguinho".
Enquanto outros só de "Foca".
Outra pessoa bem atuante.
Não tinha medo de dar opinião.
Foi logo o nosso representante.
Por sua personalidade e atuação.
Seu apelido não foi marcante.
Só, para poucos, era "Capachão".
Outro cara muito fera.
Gostava de festa pra dedéo.
Ser o amigo da galera.
Parecia até o seu papel.
Tão divertido que ele era.
Esse cara era o "Déo".
Um cara legal a toda hora.
E que nunca entrava em briga.
Era um peladeiro bom de bola.
Mesmo com uma pança já antiga.
E por causa disso lá na escola.
Era chamado de "Barriga".
Tinha uma cara bem calado.
Que estava sempre na sua.
Nas provas ele olhava pro lado.
E tirava a nota maior que a tua.
Esse cara determinado.
Era chamado de "Da Lua".
Um roqueiro arretado.
E por todos muito querido.
Como tinha um nome complicado.
Só lembravam seu nome reduzido.
Assim terminou sendo apelidado.
Somente mesmo de "Flavito".
Para falar desse cara agora.
Não precisa muito estudo.
Com ele ríamos a toda hora.
Pois fazia graça mesmo com tudo.
Tanto no colégio como fora.
Seu apelido era "Bicudo".
Um cara de coração aberto.
Só não pensava em matrimônio.
Divertido e sempre liberto.
A alegria era seu maior patrimônio.
Para alguns era chamado de "Beto".
E para os íntimos era "Apolônio".
Para finalizar esses apelidos.
Vou falar de um bem normal.
Às vezes um jeito introvertido.
Mas muitas vezes cara de pau.
Também era um cara divertido.
Estou falando de "Cacau".
Das meninas, cito só o nome de umas.
Pois apelidá-las era fuleragem.
Não cito todas, apenas algumas.
Mas para todas é a homenagem.
Tinha Ana Carla, Carol e Viviane.
Mais Luzicléia, Tatiane e Jeane.
Também Renata Lima, Carine e Diana.
Com Renata Vieira, Aline e Flaviana.
Tinha Marta, Priscila e Juliana.
Mais Eunaítala, Janaína e Tatiana.
Também Milena, Lara e Mirela.
Com Danielle, Cláudia e Daniela.
Os outros amigos que eu não citei.
Não foi por tê-los desmerecido.
Deles eu só nada comentei.
Porque não tinham apelido.
Mas dos que tinham e não lembrei.
Perdoai-me, sou meio esquecido.
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Eu vi. Tu "vice"?
Riste de mim antes da hora.
Esta foi tua maior tolice.
Tua torcida agora chora.
E nós que rimos do tri-vice.
Achava o time uma maravilha.
E que sairia vitorioso.
E mais uma vez dentro da Ilha.
Acabou vice de novo!
Disseste que ganharia o pernambucano.
Mas o que foi que eu te disse?
Entra ano e passa ano.
Todos sabem quem é o vice.
Se o campeonato eu não ganhei.
No final continuo contente.
Ano passado te rebaixei.
E hoje és vice novamente.
E como tudo pode piorar.
Muita raiva ainda vais ter.
Vais me invejar na Série A.
Enquanto jogarás a Série B.
Para terminar a gozação.
Ainda tem mais uma rima.
Vamos todos rir do Leão.
Porque ser vice é sua sina.
Esta foi tua maior tolice.
Tua torcida agora chora.
E nós que rimos do tri-vice.
Achava o time uma maravilha.
E que sairia vitorioso.
E mais uma vez dentro da Ilha.
Acabou vice de novo!
Disseste que ganharia o pernambucano.
Mas o que foi que eu te disse?
Entra ano e passa ano.
Todos sabem quem é o vice.
Se o campeonato eu não ganhei.
No final continuo contente.
Ano passado te rebaixei.
E hoje és vice novamente.
E como tudo pode piorar.
Muita raiva ainda vais ter.
Vais me invejar na Série A.
Enquanto jogarás a Série B.
Para terminar a gozação.
Ainda tem mais uma rima.
Vamos todos rir do Leão.
Porque ser vice é sua sina.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Cordel ao secador
Na última Copa do Brasil.
Perdeu para o Paysandu.
Goleado dentro do seu canil.
Até com gol de Pikachu.
No último campeonato estadual.
Aí é que foi hilário.
Dentro de casa, perdeu a final.
Bem no dia do aniversário.
No último Campeonato Brasileiro.
Foi um sofrimento arretado.
Ficou na zona o campeonato inteiro.
E terminou mesmo foi rebaixado.
E na Copa do Nordeste.
Nem assim, o time vence.
Eliminado dentro de casa.
Por um tal de Campinense.
Resta-lhes chorar na cama.
E me invejar o ano inteiro.
Vou jogar Sul-Americana.
E Série A do Brasileiro.
E para começar bem ano.
Até secando, estão sem graça.
Pois no 1º turno do pernambucano.
O timbu já levou a taça.
Perdeu para o Paysandu.
Goleado dentro do seu canil.
Até com gol de Pikachu.
No último campeonato estadual.
Aí é que foi hilário.
Dentro de casa, perdeu a final.
Bem no dia do aniversário.
No último Campeonato Brasileiro.
Foi um sofrimento arretado.
Ficou na zona o campeonato inteiro.
E terminou mesmo foi rebaixado.
E na Copa do Nordeste.
Nem assim, o time vence.
Eliminado dentro de casa.
Por um tal de Campinense.
Resta-lhes chorar na cama.
E me invejar o ano inteiro.
Vou jogar Sul-Americana.
E Série A do Brasileiro.
E para começar bem ano.
Até secando, estão sem graça.
Pois no 1º turno do pernambucano.
O timbu já levou a taça.
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